Candidatos ao uso batem à porta
Com seus torniquetes suicidas
E cabelos plastificados
Criaturas modistas emocionais
Espelem o apego e a alienação
Pois foram vomitados
Não houve fecundação
Não possuem lar
Pois nada concretizam além da pedra
E ainda culpam o sistema
Pela boa e a má viagem
O sexo é desconhecido
Vivem apenas amizades aprofundadas
Hormônios borbulhantes
Carentes da afeição cambiante
Antíteses nas impressões
Falam alto porque não são ouvidos
Não ouvem porque não são amados
Seus corpos são caóticos
Os laços são dispensáveis
Bonecos de linha de produção
Ficam pelos cantos esperando pela doação.
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