domingo, 9 de janeiro de 2011

Invisível por Nephesh

Não há um espelho entre meus pertences
Nem mesmo eu sou digna de fitar-me o reflexo
É prudente permanecer-me oculta
Para ser livre e reluzente


Vejam-me, mas não me olhem
Tua visão me corrompe e fere
És como o demônio que não pode ser encarado
Preso na face que dilata a retina


Não irei conceder-lhe meu desprendimento
De tudo aquilo que olho, mas não vejo.




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