Ela mora pelos cantos
Ouve-se seus gemidos na escuridão
Gemidos de dor
Quem dera se fossem de prazer
Invisível
Implora ardentemente por um dono
Alguém que a ame eternamente
Embora ela tenha nascido para ser usada
Olhar que procura nos amantes prometidos
Aquele que não nasceu para ela
A tentativa incessante de roubar
Para que outras igualem-se à ela
Ela age com ironia num mundo altista
A vida é irônica com seus sentimentos
E ela nem percebe
Escrava de seus evidentes defeitos
Ela sonha com um homem
O qual a mantém numa coleira
No canto, onde ela já habita
Sabe que seus sentimentos são como lixos
Seu corpo magro e esguio
Ao invés de atraente torna-se digno de pena
Seu rosto sem vida, pálido e masculino
Não a deixa enganar nos espelhos de seus olhos
Vida sem valor, digna de desprezo eterno
A mim não cabe aliviar-te
A dor de ser como és
Continue pelos cantos...eternamente
Ouve-se seus gemidos na escuridão
Gemidos de dor
Quem dera se fossem de prazer
Invisível
Implora ardentemente por um dono
Alguém que a ame eternamente
Embora ela tenha nascido para ser usada
Olhar que procura nos amantes prometidos
Aquele que não nasceu para ela
A tentativa incessante de roubar
Para que outras igualem-se à ela
Ela age com ironia num mundo altista
A vida é irônica com seus sentimentos
E ela nem percebe
Escrava de seus evidentes defeitos
Ela sonha com um homem
O qual a mantém numa coleira
No canto, onde ela já habita
Sabe que seus sentimentos são como lixos
Seu corpo magro e esguio
Ao invés de atraente torna-se digno de pena
Seu rosto sem vida, pálido e masculino
Não a deixa enganar nos espelhos de seus olhos
Vida sem valor, digna de desprezo eterno
A mim não cabe aliviar-te
A dor de ser como és
Continue pelos cantos...eternamente


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