Pessoas inferiores com seus sorrisos de vidro,
Infrutíferas e sem fundamento, o tormento...
Flutua em seus entornos a desconfiança mútua,
Minha face derrama o compadecimento...
Ao subir os degraus sentindo cortar os pés,
Rumo à reclusão eu desprezo a compaixão.
Para que nada mais me seduza!
E já não haja mais concordâncias forjadas...
No meio das cobras não há abrigo,
Engolem seus próprios venenos,
Para mim não há perigo...
Recolhem-se as esperanças que pairam no ar,
Ocultam-se os valores insomáveis...
Caem ao chão as recompensas,
Desatam-se então as dificuldades!
Enfim a sabedoria incompreendida.


Lindas palavras...
ResponderExcluirGostei do post, gostei do blog!